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F1 - Grid p/ GP da Itália 2009
Hoje pela manhã ocorreu o treino que definiu o grid de largada para o GP da Itália de 2009, a ser disputado no circuito mais rápido da categoria: Monza. Segue a classificação final:
1. Lewis Hamilton - McLaren - 1:24.066 2. Adrian Sutil - Force India - 1:24.261 3. Kimi Raikkonen - Ferrari - 1:24.523 4. Heikki Kovalainen - McLaren - 1:24.845 5. Rubens Barrichello - Brawn - 1:25.015 6. Jenson Button - Brawn - 1:25.030 7. Vitantonio Liuzzi - Force India - 1:25.043 8. Fernando Alonso - Renault - 1:25.072 9. Sebastian Vettel - Red Bull - 1:25.180 10. Mark Webber - Red Bull - 1:25.314 11. Jarno Trulli - Toyota - 1:23.611 12. Romain Grosjean - Renault - 1:23.728 13. Robert Kubica - BMW - 1:23.866 14. Giancarlo Fisichella - Ferrari - 1:23.901 15. Nick Heidfeld - BMW - 1:24.275 16. Timo Glock - Toyota - 1:24.036 17. Kazuki Nakajima - Williams - 1:24.074 18. Nico Rosberg - Williams - 1:24.121 19. Sebastien Buemi - Toro Rosso - 1:24.220 20. Jaime Alguersuari - Toro Rosso - 1:24.951
E também os meus comentários:
- no Q3, a grande surpresa foi a eliminação de Rosberg, claro sinal de que a Williams continua a encontrar dificuldades em circuitos de alta velocidade. E Alguersuari, até agora, não justificou a sua vinda para a F1. Ainda mais no lugar do bom Bourdais;
- no Q2, ambas as BMWs apresentaram problemas com o motor. Uma pena, pois pareciam que iriam pelo menos brigar pelo Q1. Grosjean mais uma vez demonstrou ser um piloto comum, do mesmo nível de Piquet. E Fisichella, em sua 1a experiência com a Ferrari, foi bem melhor que Badoer, mas ainda aquém do esperado pela equipe, e principalmente, pela torcida italiana;
- pelos pesos divulgados após o encerramento do treino, Vettel, Webber, Button, Barrichello e Kovalainen irão adotar a estratégia de uma só parada nos boxes. Assim sendo, belo trabalho dos dois carros da Brawn e, principalmente, do finlandês da McLaren;
- Hamilton será o mais leve do grid. No entanto, cumpriu com a sua obrigação e cravou a pole. Se amanhã chover ou tiver a entrada de um safety car, ele terá boas chances de vitória;
- ao contrário da Williams, a Force India provou ter uma combinação muito boa para circuitos de alta velocidade. Sutil está leve, mas assim como Hamilton, cumpriu com a sua obrigação e poderá surpreender amanhã. E não há como não elogiar o trabalho feito por Liuzzi. Chegar ao Q1 com uma Force India e após mais de um ano e meio sem pilotar um carro de F1 não é para qualquer um;
- vale prestar atenção em outro finlandês, Raikkonen. Não fará uma só parada, mas está relativamente pesado para um 3o lugar. Se conseguir acompanhar o ritmo de Hamilton e Sutil no início da corrida, ou mesmo se conseguir ganhar alguma posição na largada, será o grande favorito a vitória.
A expectativa é de uma grande corrida amanhã. Se Hamilton e Sutil, os mais leves, não dispararem nas primeiras voltas, teremos uma disputa entre quatro ou cinco carros pela 1a posição. E, se chover ou entrar o safety car por qualquer motivo, aí sim é que a disputa estará aberta e imprevisível.
Escrito por Rodros às 18h12
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US Open 2009 - Quartas de final
Depois de muita chuva e de muitos jogos atrasados, finalmente foram concluídas as quartas de final do US Open 2009. Com ótimos jogos e sem grandes surpresas.
Federer confirmou o seu favoritismo perante Soderling, e venceu por 6/0, 6/3, 6/7 e 7/6. E Djokovic venceu Verdasco por 7/6, 1/6, 7/5 e 6/2.
1a semifinal: Federer X Djokovic. Tende a ser um jogão, e eu aposto no suíço n.1 do ranking.
Do outro lado da chave, Del Potro venceu Cilic por 4/6, 6/3, 6/2 e 6/1. E, com relativa facilidade, Nadal venceu Gonzalez por 7/6, 7/6 e 6/0.
2a semifinal: Nadal X Del Potro. Outra promessa de jogaço, e eu aposto no espanhol.
Lembram dos meus palpites para as semifinais desse Grand Slam? (rs)
Escrito por Rodros às 14h49
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Fedeu!
Antes de falar sobre a parte legal da F1, ou seja, das disputas que ocorrem dentro das pistas, não há como deixar de falar da porra do caso Renault, ou caso Nelsinho, chamem como preferir!
Infelizmente, ao contrário do que eu e muitos amantes desse esporte torciam, parece que toda aquela suspeita de armação foi confirmada. Nelsinho Piquet fez um depoimento a FIA confirmando que aquela sua batida no GP de Cingapura do ano passado foi, de fato, combinada entre ele, Flávio Briatore (chefe de equipe) e Pat Symonds (diretor técnico) em uma reunião ocorrida horas antes do início da corrida. A telemetria praticamente confirma a manobra proposital do piloto.
O brasileiro (que vergonha) alega que “estava em um momento emocionalmente muito frágil”, e se viu pressionado a fazer aquilo para conseguir a renovação de seu contrato com a Renault.
Pat Symonds alega que a idéia partiu do próprio brasileiro, que depois se utilizou do fato para fazer chantagens com a equipe.
Briatore não só confirmou a versão de Symonds, como resolveu baixar ainda mais o nível e insinuar que Nelsinho é gay.
Alonso alega nunca ter tido conhecimento de nada. Mesmo sendo o mais leve daquele grid e largando na 14a posição. Sei, sei. Não sabia de nada exatamente da mesma forma que o nosso presidente Lula também nunca sabe das falcatruas políticas que ocorrem no PT e no Congresso Nacional.
Enfim, a grande verdade é que tudo isso é nojento! Trata-se da maior vergonha da história da F1! Mantenho a minha opinião de que todos os envolvidos deveriam ser punidos de forma exemplar. Nelsinho, Briatore, Renault e também o Alonso deveriam ser banidos da F1 para sempre! Mas, no final das contas, não serão. Ou pensam que é só no Brasil que tudo acaba em pizza? Podem anotar, vai pintar uma puniçãozinha ou outra, mas nada demais. No ano que vem, todos estarão novamente aptos a correr como se nada tivesse acontecido.
Inclusive o presidente da FIA, Max Mosley, já fez questão de dizer que Nelsinho não será punido em função da tal “delação premiada”. Ah, poupem-me disso, por favor!
E o Barrichello, que agora resolveu querer dar lição de ética e moral? Disse para a imprensa do mundo todo que Nelsinho não merecia estar na F1 em função disso. Na boa, o Rubinho não tem história e muito menos moral para falar sobre esse caso. Ou ele esquece que, em um passado não tão distante, cansou de ser capacho da Ferrari e ajudar Michael Schumacher de diversas maneiras?
Para mim, o caso do Nelsinho só foi pior porque foi uma batida, e ameaçou a integridade física do piloto e também de outras pessoas. Só por isso. A essência das situações é a mesma: burlar a competitividade afim de favorecer o companheiro de equipe.
Escrito por Rodros às 14h26
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Notas - Brasil X Chile
Júlio César – não teve culpa nos gols e fez, no mínimo, duas defesas dificílimas. Atravessa uma fase sensacional. Nota 9; Maicon – ao contrário das suas características, dessa vez foi bem no ataque e mal na defesa. Participou dos dois últimos gols brasileiros. Nota 8; Luisão – perfeito nas bolas aéreas e bem nos desarmes. Jogou simples e muito bem. Nota 9; Miranda – apesar de ter falhado no 2o gol do Chile, esteve muito bem na marcação. Fez importantes desarmes no 2o tempo. Nota 7; André Santos – não foi bem. Tímido no ataque e mal na marcação. Falhou no pênalti que originou o 1o gol do Chile. Nota 3; Gilberto Silva – mais uma vez, burocrático com a bola no pé, porém bem na marcação e nas bolas aéreas. Nota 6; Felipe Melo – péssimo! Foi displicente, errou passes em demasia, cometeu pênalti desnecessário e ainda foi expulso infantilmente. Nota 1; Daniel Alves – mesmo improvisado, foi muito bem. Marcou, armou, chutou, cruzou... enfim, fez de tudo um pouco. Participou dos dois primeiros gols brasileiros. Depois, quando deslocado para a lateral esquerda, se preocupou mais em ajudar na parte defensiva, e o fez com extrema competência. Nota 9; Júlio Baptista – fez o 2o gol brasileiro e foi bem na marcação. De resto, nada mais a acrescentar. Nota 8; Adriano – não estava em um dos seus melhores dias. Mesmo assim, se esforçou bastante e sempre fez questão de incomodar a zaga adversária. Nota 5; Nilmar – fez três gols e participou do outro. Precisa mais? Nota 10; Elano – entrou bem no lugar de André Santos, ajudando na marcação e sempre aparecendo como boa opção na armação das jogadas. Participou do último gol brasileiro. Nota 7; Sandro – entrou no lugar de Júlio Baptista e se preocupou mais com a parte defensiva do meio de campo. Nota 5; Diego Tardelli – entrou no lugar de Adriano e se movimentou bem, além de ajudar bastante na marcação da saída de bola chilena. Nota 7; Dunga – escolheu bem os substitutos para os desfalques, testou bem Daniel Alves no meio de campo e fez bem as substituições, na hora certa do jogo. Tudo isso sem alterar o bom padrão tático do time. Nota 9.
Escrito por Rodros às 18h15
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Misto quente
Valendo pela antepenúltima rodada das Eliminatórias Sulamericanas para a Copa de 2010, o Brasil recebeu o Chile em Salvador, mais especificamente no pequeno, porém bonito estádio de Pituaçú. Com vários desfalques (Lúcio, Kaká, Ramires, Luís Fabiano e Robinho) e já com a sua classificação garantida, a seleção brasileira entrou em campo com um time misto, recheado de experiências: Miranda, Júlio Baptista, Nilmar e Adriano foram os escolhidos pelo técnico Dunga para substituir os titulares que estavam impossibilitados de jogar. Além disso, Daniel Alves jogou improvisado no meio de campo, no lugar de Elano. No geral, o jogo foi tecnicamente bom. Agradável de se assistir. O Chile, que apesar de estar em 3o ainda não garantiu a sua classificação para a Copa, não se intimidou e atacou o Brasil em vários momentos. O time é rápido e tem bom toque de bola, fruto do belo trabalho de seu técnico argentino Marcelo “El Loco” Bielsa. O Brasil, por sua vez, não fez feio diante da sua torcida. Os jogadores jogaram sério o tempo todo, sempre respeitando o padrão tático estabelecido pelo técnico Dunga. Marcaram bem, variaram as jogadas pelos dois lados do campo e aproveitaram os contra ataques sempre que possível. O 1o gol aconteceu aos 31min do 1o tempo. E foi do Brasil. Daniel Alves cruzou da direita, Adriano não alcançou de cabeça, mas atrás dele vinha Nilmar, que deu uma espécie de voadora com o pé direito para fazer 1X0. 9min depois, foi a vez de Júlio Baptista fazer o dele, após uma saída defensiva errada do time chileno, que viu Nilmar roubar a bola e Daniel Alves servir para o “Tanque” chutar rasteiro da entrada da grande área. 2X0. No final do 1o tempo, Felipe Melo fez pênalti infantil em Sanchez, após falha de marcação de André Santos na linha de fundo. Suazo bateu muito bem e descontou. 2X1, placar do 1o tempo. Justo. O início do 2o tempo foi atípico. O time brasileiro entrou desligado e jogando muito mal. Logo aos 3min, Felipe Melo cometeu falta violenta e foi expulso com justiça. Pouco depois, aos 7min, aconteceu o empate do time chileno. Veio cruzamento da esquerda, Miranda vacilou e nas suas costas estava Suazo, que acertou um belo chute de primeira, indefensável. 2X2. Então vieram as substituições que definiram o jogo. Aos 21min, o técnico do Chile foi muito mal ao tirar o seu melhor jogador até então, o atacante Suazo, para colocar um dos maiores pipoqueiros de toda a história do futebol, o meia Valdívia. É óbvio que o ex palmeirense não fez nada demais. Afinal, o jogo era importante, e contra o Brasil. Não era jogo pra ele. Já Dunga fez três substituições, todas por volta dos 25min: saíram Adriano, Júlio Baptista e André Santos e entraram Diego Tardelli, Sandro e Elano. Com isso, Daniel Alves foi deslocado para a lateral esquerda e o Brasil passou a ter mais segurança defensiva não somente naquele setor como também no meio de campo. Aos 28min, após belo cruzamento de Maicon pela direita, Nilmar subiu bem e cabeceou firme para fazer 3X2 para o Brasil. 2min veio o golpe de misericórdia: Elano fez belíssimo lançamento para a infiltração de Maicon pela direita, que chutou de primeira. O goleiro Bravo defendeu e Nilmar, de novo, fez o gol brasileiro com muito oportunismo. 4X2, e assim o placar permaneceu até o final do jogo. Com o resultado, o Brasil consolidou a sua liderança nas Eliminatórias Sulamericanas. Já o Chile ainda corre riscos de não se classificar para a Copa, apesar de ter permanecido na 3a colocação. Ah sim, os nossos hermanos da Argentina perderem mais uma sob o comando do seu “Diós” Maradona. Dessa vez foi para o Paraguai, e por 1X0. Se a competição terminasse hoje, eles teriam que jogar e vencer a repescagem contra alguma equipe da Concacaf caso quisessem ir para a Copa do Mundo. Estão na incômoda 5a colocação, e enfrentam o Uruguai de Lugano e Forlan fora de casa na última rodada. São grandes e reais as chances deles ficarem de fora da próxima Copa. Pelo jeito, 2010 será um ano de muita diversão para mim: Argentina fora da Copa e Corinthians na Libertadores! (rs)
Escrito por Rodros às 18h07
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US Open 2009 - 4a rodada
Os jogos no Grand Slam norte americano estão cada vez melhores! E isso era esperado, pois somente agora é que estamos vendo os principais jogadores se enfrentarem. Coube ao croata Marin Cilic, n.16 do ranking, armar a maior zebra da rodada. Ele jogou muito bem diante de um irreconhecível Andy Murray, cabeça de chave n.2, e venceu o jogo por incríveis 7/5, 6/2 e 6/2. E dessa vez o Murray não alegou qualquer tipo de problemas físicos ou algo do tipo. A surpresa da rodada anterior, o norte americano John Isner, deu um pouco de trabalho mas acabou perdendo para o espanhol e favorito Fernando Verdasco por 4/6, 6/4, 6/4 e 6/4. Os dois melhores jogos: a vitória de Gonzalez, n.11, diante de Tsonga, n.7, por 3/6, 6/3, 7/6 e 6/4. E, principalmente, a vitória de Nadal, cabeça de chave n.3, sobre o francês Gael Monfils, n.13 do ranking, por 6/7, 6/3, 6/1 e 6/3. Ambos os jogadores demonstraram elevados níveis físico e técnico durante toda a partida. Federer, Djokovic e Del Potro avançaram sem maiores problemas. Assim como o sueco Robin Soderling, que surpreendentemente eliminou o russo Nikolay Davydenko por 7/5, 3/6, 6/2 e abandono. Continuo com o meu palpite para as semifinais: Federer X Djokovic e Nadal X Del Potro.
Escrito por Rodros às 17h49
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Colocando os pingos nos is
Depois de tanto ler e ouvir a respeito das “tão polêmicas” declarações dadas ontem pelo secretário geral da FIFA, Jerome Valcke, dizendo que o estádio do Morumbi não serve para a Copa de 2014, acho que já estou em condições de dar os meus pitacos: - em determinado momento, o francês (tinha que ser) deixou bem claro que não há NENHUM estádio no Brasil pronto para a Copa de 2014, e que o país precisa começar a trabalhar nesse sentido. Até aí, mais do que normal. Mas por que será que boa parte da imprensa não encarou dessa forma, e ainda preferiu focar o Morumbi como principal alvo? - em outro momento, ele afirmou que os principais problemas no projeto do Morumbi estão fora do estádio, como a falta de estacionamentos, a escassez de rotas de trânsito satisfatórias e a deficiência no transporte público que atua na região. Convenhamos, também não disse nenhuma besteira, muito pelo contrário. Mas esses problemas são mais do SPFC ou da administração pública composta por Prefeitura e Estado? E, de novo, por que será que boa parte da imprensa preferiu direcionar essas críticas ao SPFC? - o ponto mais polêmico da sua declaração foi quando ele, de fato, afirmou que a cidade de São Paulo precisava projetar um novo estádio caso quisesse receber algum jogo importante da Copa 2014. Oras, sei que estou longe de ser um engenheiro, mas me soa muito estranho que a construção de um novo estádio seja mais viável que a reforma de um já existente, e extremamente bem conservado, diga-se de passagem. Outro fato que muito me intriga: se os problemas estão fora do estádio analisado, por que construir um outro? Não é mais fácil resolver esses problemas externos? - os outros projetos de estádios brasileiros (e a grande maioria ainda é projeto no papel mesmo, é bom ressaltar) estão todos aprovados? Não há problemas crônicos com eles? É sabido que alguns desses projetos ainda nem têm editais de concorrência, que ainda não definiram os terrenos a serem desapropriados para as obras etc. E os tais problemas externos, não são aplicáveis? Todos esses outros projetos já têm estacionamentos, linhas de ônibus e metrô, grandes avenidas, tudo pronto? - por que será que o Morumbi, mesmo sendo o único estádio construído do Brasil que já possui obras em andamento visando a Copa 2014, é sempre o principal alvo de críticas da FIFA e da imprensa como um todo? E por que é sempre esse Jerome Valcke quem faz as críticas, e sempre de forma pública? - vocês sabiam que esse Jerome Valcke já foi afastado da FIFA em 2006, pouco depois da Copa da Alemanha? E que o motivo do afastamento foi justamente a violação da ética empresarial durante as negociações de patrocínio com Visa e Mastercard justamente para as Copas de 2010 e de 2014? - vocês sabiam que ele possui ótima relação com Ricardo Teixeira, presidente (ou seria ditador?) da CBF e membro do alto escalão da FIFA que foi um dos responsáveis pela nomeação dele (Valcke), em 2007, ao cargo de secretário geral da entidade máxima do futebol mundial? - vocês sabiam que, apesar de ambas as partes falarem o contrário, Juvenal Juvêncio e Ricardo Teixeira não se dão bem? E que essa rusga se originou ainda em 2002, quando o SPFC foi o único clube do Brasil a votar contra a reeleição do atual e praticamente eterno mandatário da CBF? Vale frisar que, devido a Copa 2014 e a demais interesses políticos, o SPFC não teve colhão para repetir essa mesma postura nas eleições de 2006. - vocês sabiam que há muita gente interessada na construção de um novo estádio aqui na cidade de São Paulo? O Corinthians quer muito “ganhar” um estádio de presente, tal como fez o Botafogo lá no RJ após a vergonha que foi o Pan de 2007. O Palmeiras irá transformar o Palestra Itália em uma moderna Arena multiuso, e não gostaria de ser novamente ofuscado pelo seu principal rival político nesse sentido. Fora as grandes construtoras e empreiteiras que faturariam, e muito, com as obras. E também tem os políticos e todos os demais empresários que conseguiriam enriquecer um pouco mais através das grandes farras de dinheiro público que tradicionalmente ocorrem aqui no Brasil nesses casos. Lobby, politicagem, grandes interesses na construção de um novo estádio... tudo isso e mais um pouco deve ser levado em conta antes de ouvir qualquer notícia da imprensa brasileira sobre a Copa 2014. Portanto, podem me chamar de parcial, iludido, fanático etc. Mas a grande verdade é que eu não fiquei muito preocupado com essas declarações feitas pelo Sr. Valcke. Para mim, foi só mais uma tentativa orientada de desvalorizar o projeto de iniciativa privada do SPFC e incentivar um outro novo que contaria com o uso de dinheiro público. Só que de nada adiantará. Aposto com quem quiser que, para a infelicidade de muitos, o Morumbi será sim o estádio da cidade de São Paulo na Copa de 2014.
Escrito por Rodros às 20h32
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De última hora
Com as suspensões de Lúcio, Kaká e Ramires (3o cartão amarelo), e com a contusão de Robinho, o técnico Dunga resolveu convocar André Dias, Diego Souza, Cleiton Xavier e Diego Tardelli para compor o grupo da seleção brasileira que vai enfrentar o Chile nessa próxima quarta, 09/09. Levando em consideração que somente poderiam ter sido convocados jogadores que atuam aqui no Brasil, eis as minhas análises: - André Dias vive grande fase já há algum tempo, mas acho o Chicão, do Corinthians, mais jogador que ele. E Réver, do Grêmio, também merece atenção; - A convocação de Diego Souza foi mais que justa. Ele tem jogado muita bola desde o início do ano; - Cleiton Xavier é outro bom jogador, mas o Souza tem comido a bola no Grêmio. Assim como Elias, do Corinthians, e Fernandinho, do Barueri; - Diego Tardelli é bom, mas não é para a seleção. Iarley, do Goiás, Vagner Love, do Palmeiras, e Taison, do Inter, são atacantes mais completos. Fora os craques Souza, do Corinthians, Hugo, do São Paulo, e Domingos, do Santos... (rs) Brincadeiras a parte, o meu palpite para esse jogo é de uma nova vitória do Brasil, dessa vez por 2X0. Gols de Elano e do "imperador" Adriano. O chorão do Valdívia vai entrar durante o jogo, e como bom pipoqueiro que é, não vai fazer nada demais... só pra variar um pouco!
Escrito por Rodros às 20h24
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US Open 2009 - 3a rodada
Demorou um pouco, mas finalmente tivemos surpresas no US Open de tênis. E uma delas foi uma zebraça! Pela 3a rodada do Grand Slam norte americano, a principal aposta dos EUA e cabeça de chave n.5, Andy Roddick, sucumbiu diante de um compatriota: 7/6, 6/3, 3/6, 5/7 e 7/6 para John Isner, n.55 do ranking e grande especialista do jogo "saque e voleio". Quem diria, hein? Até o Fininho, em seu blog, tinha apontado o Roddick como o principal favorito ao título desse ano. A outra surpresa ficou por conta do francês Gilles Simon, algoz do brasileiro Thomaz Bellucci. Perdeu para o espanhol Juan Carlos Ferrero, n.24 do ranking, por 1/6, 6/4, 7/6, 1/0 e abandono. Os demais favoritos passaram para 4a rodada conforme o esperado: Federer, Nadal, Murray, Djokovic, Davydenko, Verdasco, Tsonga, Gonzalez e Del Potro. Pelo que pude acompanhar dos jogos até agora, uma semifinal está praticamente desenhada: Federer contra Djokovic, e promete ser um jogão pois o sérvio parece estar em boa fase e muito confiante no seu tênis. Na outra semifinal, aposto em um duelo entre Nadal e Del Potro. A conferir.
Escrito por Rodros às 19h36
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Notas - Cruzeiro X São Paulo
Rogério Ceni - a sua melhor partida desde a volta de contusão. Fez três defesas difíceis e esteve sempre seguro nas saídas e reposições de bola. Não teve culpa no gol cruzeirense. Nota 9; Renato Silva - bom nos desarmes e nas bolas aéreas, porém meio lento nas jogadas de velocidade e nas saídas de bola. Falhou no gol cruzeirense. Nota 7; André Dias - perfeito nos desarmes, bom nas bolas aéreas e péssimo nas saídas de bola. Nota 7; Rodrigo - jogou simples e não cometeu erros. Muito bem nas saídas de bola. Nota 9; Jean - na parte ofensiva, errou muitos passes e não foi capaz de criar nenhuma situação perigosa. Na parte defensiva, levou um verdadeiro baile de Diego Renan. Nota 3; Arouca - bem na marcação e só. Mais uma vez, se escondeu do jogo e se limitou a tocar de lado quando teve a bola nos pés. Para mim, já provou ser jogador de time pequeno. Nota 3; Richarlyson - é um dos melhores jogadores do Brasil sem a bola nos pés, e um dos piores quando está com ela. Falhou feio no gol cruzeirense, mas depois se redimiu ao participar dos dois gols do SPFC. Não fugiu do jogo em nenhum momento. Nota 7; Hugo - omisso, indolente e inoperante. Não entendo como o Juvenal Juvêncio foi capaz de recusar 500 mil euros por ele. Nota 1; Júnior César - idem ao Jean, porém sem errar tantos passes e sem ter tanto trabalho na defesa. Nota 5; Dagoberto - não esteve bem, mas mesmo assim se movimentou bastante e buscou jogo sempre que possível. Foi essencial no 2o gol. Nota 7; Washington - é verdade que esteve sempre isolado, como também é verdade que provou ser limitado o bastante para não conseguir mudar essa situação. Pelo menos se esforçou. Nota 3; Marlos - entrou, fez o gol de empate, se movimentou bastante e mostrou sempre ser uma boa opção para os contra ataques do time no 2o tempo. Merece mais chances. Nota 9; Borges - entrou, fez o gol da virada, e depois soube prender bem a bola no ataque quando acionado. No geral, é mais jogador que o Washington. Nota 9; Wellington - entrou e jogou pouco mais de 3min. Sem nota; Ricardo Gomes - errou na escalação, depois errou ao não mudar o time no intervalo, mas se redimiu ao fazer as substituições corretas. Poderia até não ter dado tempo, mas mostrou ter estrela. Nota 5.
Escrito por Rodros às 00h30
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A La Muricy
Ontem a tarde, no Mineirão, jogaram Cruzeiro X São Paulo pela 23a rodada do Campeonato Brasileiro de futebol. E o Tricolor Paulista conseguiu uma vitória importantíssima. Feia, é verdade, mas importantíssima. Ambos os times estavam com muitos desfalques importantes. Pelo lado cruzeirense, não puderam jogar os zagueiros Thiago Heleno e Leonardo Silva, o volante Marquinhos Paraná e o atacante Kléber. Já pelo lado sãopaulino, Miranda, na seleção, Jorge Wagner, suspenso, e Hernanes, machucado, foram as ausências. Mesmo assim, o jogo começou a todo o vapor. A parte técnica de ambas as equipes deixava a desejar, mas isso era compensado com uma grande movimentação e velocidade de jogo imposta pelos jogadores. Após os 10min iniciais, a equipe da casa passou a jogar melhor que o São Paulo, que estava com o seu meio de campo muito enfraquecido com Hugo e Arouca substituindo Jorge Wagner e Hernanes. Richarlyson tentou assumir a responsabilidade de efetuar a ligação defesa-ataque pelo meio, mas não deu muito certo. Até porque ele ainda tem uma grande dificuldade em não errar passes e simplificar o jogo em alguns momentos. A desfalcada defesa do Cruzeiro não encontrava grandes dificuldades em conter Washington, sempre isolado, e Dagoberto, que não estava em um dos seus melhores dias e ainda tinha que recuar para buscar jogo sempre que possível. No duelo das alas, mais vantagem para o time mineiro. Tanto Jean quanto Júnior César tinham dificuldades em conter os avanços de Jonathan pela direita, e principalmente de Diego Renan pela esquerda. No ataque, nenhum dos dois sãopaulinos produziu algo relevante. Até porque não tinham o auxílio necessário de Hugo e Arouca. A defesa do São Paulo se virou como pôde. E quando não conseguiu se virar, contou com Rogério Ceni em tarde inspirada. Com um meio de campo praticamente "parado" e com os seus alas constantemente neutralizados pela marcação adversária, o torcedor sãopaulino relembrou os bons (???) tempos de Muricy. Com a posse de bola, o time era limitado e dependia basicamente da ligação direta defesa-ataque e de algumas bolas paradas obtidas no setor ofensivo. Sem a bola, o time marcava bem e estava bem definido taticamente. O Cruzeiro tinha mais posse de bola e procurava mais o gol, mas também não conseguia criar muitas chances. Sentia muita falta do seu melhor jogador, o atacante Kléber.
Parecia que o 1o tempo terminaria com um empate sem gols. Até que Richarlyson errou uma saída de bola no campo de defesa e Gilberto (aquele mesmo que era da seleção) enfiou uma bela bola para Diego Renan, nas costas de Renato Silva. O lateral cruzeirense bateu bem na saída de Rogério Ceni e fez 1X0 para o time da casa. Se a situação não estava lá muito animadora para a torcida Tricolor, piorou depois desse gol. E também depois que o técnico Ricardo Gomes resolveu voltar do intervalo com o mesmo time, sem nenhuma substituição. O 2o tempo começou bem parecido com o final do 1o. Com a diferença de que a pressão cruzeirense era ainda maior. Os primeiros 15min foram um pesadelo para os torcedores sãopaulinos, que viram o seu time perdido em campo, jogando mal e sem a menor expectativa de reação. Até que, aos 16 minutos, finalmente Ricardo Gomes fez o óbvio: tirou o indolente e inoperante Hugo para a entrada de Marlos. E adivinhem só? A substituição surtiu efeito. Em seu 2o toque na bola, Marlos foi lançado por Richarlyson, puxou o contra ataque pela meia esquerda, driblou o seu marcador e bateu cruzado da entrada da grande área. O goleiro Fábio ainda tocou na bola, mas não conseguiu evitar o gol de empate. Após esse gol, o jogo ficou mais equilibrado. O São Paulo melhorou e oferecia mais perigo nos contra ataques, pois agora tinha a opção de Marlos, além de Dagoberto. Ainda assim, o Cruzeiro tinha mais posse de bola e estava mais próximo do seu 2o gol. Só que, aos 35 minutos, Ricardo Gomes mostrou que tem estrela e fez a substituição que mudou o jogo. Saiu Washington, praticamente um peso morto no ataque, e entrou Borges. E, em seu 1o toque na bola, o camisa 17 do SPFC mostrou oportunismo e virou o jogo, após lançamento longo de Richarlyson para Dagoberto, que não desistiu da jogada e conseguiu o cruzamento da direita para Borges. Se já estava difícil antes para o Cruzeiro conseguir criar boas oportunidades de gol, ficou praticamente impossível depois da virada Tricolor. O time paulista recuou ainda mais e passou a administrar a sua vantagem com inteligência nos últimos 10min de jogo. Resultado final: Cruzeiro 1X2 São Paulo. Se analisarmos pelo aspecto do volume de jogo apresentado, o resultado foi injusto, é verdade. Mas quem disse que o futebol de hoje é só volume de jogo? Não basta apenas criar chances, tem que aproveitá-las. O futebol de hoje, infelizmente, conta com muita marcação e eficiência ofensiva. O SPFC soube segurar o ímpeto do Cruzeiro, e ainda conseguiu aproveitar duas das três grandes chances de gol que criou. No geral, o time visitante foi mais competente, isso é fato. Resultado injusto? Perguntem para o Muricy, que hoje é considerado por muitos o melhor técnico de futebol do Brasil, e vejam a resposta dele... De qualquer forma, essa vitória foi importantíssima para o SPFC. Mantém vivo o sonho do heptacampeonato, além de consolidar a equipe na 3a posição do campeonato, atrás apenas de Palmeiras e Internacional. Para uma equipe que estava totalmente desacreditada há pouco mais de dois meses atrás, está mais do que bom! Definitivamente, esse time já provou ter um grande poder de reação. Não é a toa que o apelido "Jason" (lançado pelo blog do Daniel Perrone ainda no ano passado, é justo registrar) é cada vez mais utilizado pelos torcedores e pela imprensa esportiva de uma forma geral. Mas eu ainda acho que não vai rolar título nesse ano. Tô conformado com uma vaga na Libertadores. Mas que vitórias como essa me enchem de esperanças, ah sim, não há como negar! Ainda mais quando lembro que o técnico do nosso principal concorrente é o Muricy... (rs)
Escrito por Rodros às 22h21
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Notas - Argentina X Brasil
Júlio César - não teve culpa no gol, fez três belas defesas e é um dos líderes desse time. Nota 9; Maicon - tímido no ataque, porém muito seguro na defesa. Participou do 2o gol brasileiro. Nota 7; Lúcio - além de justificar a faixa de capitão que carrega, foi praticamente perfeito nas bolas aéreas e nos desarmes. Nota 9; Luisão - esteve no mesmo nível do Lúcio e ainda fez o 1o gol brasileiro. Nota 9; André Santos - idem ao Maicon, porém pelo lado esquerdo e sem participação no 2o gol brasileiro. Nota 7; Gilberto Silva - burocrático com a bola no pé, porém bem na marcação e nas bolas aéreas. Nota 6; Felipe Melo - idem ao Gilberto Silva. Nota 6; Elano - muito bem na marcação, e sempre uma alternativa interessante pelo lado direito. Participou dos dois primeiros gols brasileiros. Nota 8; Kaká - mesmo muito marcado, não fugiu do jogo em nenhum momento. Faz questão de ser o cérebro do time, e é assim mesmo que deve ser. Participou dos dois últimos gols brasileiros. Nota 9; Robinho - não fugiu do jogo, mas esteve muito mal. Incomodou muito pouco a fraca zaga argentina. Nota 3; Luís Fabiano - isolado, ofereceu sempre perigo nas poucas vezes em que a bola chegou nele. Fez os dois últimos gols brasileiros e ainda sofreu a falta que originou o 1o. Nota 10; Daniel Alves - entrou no lugar de Elano e manteve o bom nível. Nota 6; Ramires - entrou no lugar de Robinho e, por incrível que pareça, melhorou o setor ofensivo do time. Nota 6; Adriano - entrou no lugar de Luís Fabiano e incomodou a zaga argentina. Chamou o jogo nos poucos minutos que esteve em campo. Nota 6; Dunga - manteve o bom padrão tático do time, transmitiu raça e personalidade aos jogadores e fez boas substituições. Nota 9.
Escrito por Rodros às 21h12
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Don´t cry for me, Argentina!
E ontem a noite aconteceu o maior clássico do futebol mundial. Brasil e Argentina se enfrentaram na cidade de Rosário, como solicitado pela seleção da casa, que achou que poderia tirar vantagem de um estádio com grama mais baixa e com uma proximidade maior de seus torcedores. Os hermanos também acharam que poderiam tirar vantagem de todo o clima pré jogo que fizeram questão de criar. Desde o início disseram que iriam atacar, e que tinham um time melhor que o do Brasil. Enfim, falaram como nunca, ou melhor, como sempre. Principalmente através do seu maior ídolo, seu "Diós" e atual técnico da seleção, Dom Diego Armando Maradona. O clima estava criado, a torcida estava empolgada, o estádio estava lotado, os jogadores estavam motivados. Fora de campo e antes do jogo, a Argentina fez a sua parte. Só esqueceu de analisar melhor o seu adversário, que historicamente, exigia muito mais respeito e humildade. Na teoria, a Argentina tem um forte time na parte ofensiva, com alguns bons talentos individuais. Porém, na prática, mostrou não ser tão perigosa assim. Apesar da grande posse de bola e de toda a tentativa de pressão para cima da defesa brasileira, esta se mostrou extremamente competente e soube neutralizar os jogadores mais perigosos tais como Tevez, Messi, Datolo e Maxi Rodriguez. Além disso, o Brasil é um time muito mais equilibrado em termos táticos. Não há como negar que Dunga soube estabelecer um bom padrão tático para o time. Assim sendo, se a defesa faz a parte dela, normalmente o ataque também faz. E foi isso que aconteceu. Levou pouco mais de 20min para a defesa argentina, que é pra lá de questionável, falhar em uma falta cobrada por Elano. O zagueiro Luisão subiu livre para cabecear e não desperdiçou: 1X0 para o Brasil. No banco, Maradona começava a roer as suas primeiras unhas. 5min depois, outra bola parada para o Brasil, outra vez com Elano. E depois de um bate e rebate na área, o goleiro argentino espalmou nos pés do arthilheiro Luís Fabiano, que não perdoou. Argentina 0X2 Brasil. A essa altura, os jogadores argentinos estavam mais desnorteados que motivados, e os gritos da sua torcida já não ecoavam pelo pequeno estádio com tanta intensidade. Fora que a expressão de desespero do Maradona era impagável. Após o intervalo, a Argentina voltou para o jogo com ainda mais afinco no seu ataque. Porém, dando ainda mais espaços para contra ataques brasileiros. O jogo era bom, aberto. Aos 20min, Datolo fez um golaço com um belo chute de fora da área, e que encheu o povo hermano de esperanças. Porém, eles não conseguiram nem curtir direito o momento. Pouco mais de 1min depois, Kaká justificou o seu rótulo de craque. Puxou um rápido contra ataque e enfiou uma bola milimétrica para o matador Luís Fabiano, que com muita categoria tocou na saída do goleiro e fez 3X1 para o Brasil. Logo após a TV focalizou o rosto de Maradona. Era o puro sinônimo de amargura e decepção. Ah, como eu tive dó dele nessa hora... (rs) O time de Dunga então passou a administrar a sua vantagem sem maiores problemas. É verdade que a Argentina tentou o seu 2o gol a todo o custo, mas esbarrou na bela muralha defensiva brasileira comandada pelo zagueiro Lúcio e pelo goleiro Júlio César. Substituições ocorreram em ambos os lados, mas o panorama do jogo não mudou. O Brasil, mesmo sem jogar o seu melhor futebol, provou ter um time melhor e mais equilibrado que o da Argentina. Com o resultado, o Brasil não só manteve a sua liderança nas Eliminatórias Sulamericanas como também garantiu matematicamente a sua classificação para a Copa do Mundo de 2010 de forma antecipada. E agora terá a oportunidade de secar de camarote a Argentina, que está na 4a colocação mas ainda terá que enfrentar adversários dificílimos fora de casa, tais como Paraguai e Uruguai. Sim, são boas e reais as chances da Argentina não se classificar para a próxima Copa, ou então de ter que disputar a repescagem contra o campeão da Oceania. E afinal, fica a dúvida: quando será que os argentinos aprenderão que NUNCA se deve olhar o Brasil de cima para baixo em uma partida de futebol? Eu não sei! Só sei que, enquanto isso não acontecer, a freguesia deles vai permanecer... e eu vou continuar a rir! Ah, e não posso deixar de comentar: - Maradona, como jogador você NUNCA foi melhor que o Pelé, e como técnico, consegue ser pior que o Dunga! Pelo jeito, você só consegue contar vantagem sobre os brasileiros quando o assunto é cheirar pó; - Para um povo que se acha "a Europa da América Latina" (opinião que inclusive é compartilhada por alguns iludidos daqui do Brasil), foi bem feio vaiar o nosso hino e ainda tocá-lo pela metade antes do início do jogo.
Escrito por Rodros às 19h26
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