Frescura
Ontem, após a classificação do Goiás sobre o Atlético-MG pela Copa Sulamericana, o técnico do clube goiano, Hélio dos Anjos, deu uma coletiva em que disse que não trabalha com homossexuais no seu grupo de jogadores. Declaração polêmica, sem dúvida alguma. Ele deveria ter tido mais cuidado com as suas palavras. Ainda mais em tempos de total blindagem e proteção aos gays. Não se pode falar absolutamente um A sobre eles, que já se é considerado preconceituoso ou homofóbico. Mas eu ouvi a entrevista. E, sinceramente, não achei nada demais. Hélio dos Anjos disse que jogador que tem ciúmes de outro jogador está com viadagem, no sentido de ter frescura. E depois disse que não trabalha com homossexuais no seu grupo de jogadores, no sentido de que não há frescos no seu atual grupo de jogadores. Nada além disso. Na boa, é bem diferente de dizer que nunca trabalharia com homossexuais. Até porque hoje pela manhã ele já deu uma declaração na ESPN Brasil falando que trabalharia sim, sem problema algum. Desde que o jogador fosse profissional e não ficasse com frescuras. Mas, pra variar, boa parte da oportunista imprensa brasileira não quer encarar dessa forma e prefere polemizar.
Escrito por Rodros às 23h30
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Já vão tarde!
O Nelsinho Piquet se queimou feio e duvido que volte a F1. Mas se a intenção dele era não se foder sozinho, conseguiu. Flavio Briatore pediu demissão, e Pat Symonds foi demitido da equipe Renault. Na boa, não farão falta alguma a categoria. Principalmente o mafioso do Briatore. Mas ainda acho que a equipe Renault e também o Alonso merecem ser punidos.
Escrito por Rodros às 23h28
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US Open 2009 - a grande final
Um jogaço, conforme o previsto! No 1o set, Federer deu a impressão que iria passar por cima do argentino e venceu por 6/3. Del Potro equilibrou o jogo a partir da metade do 2o set, que venceu no tie-break por 7/6. Sabendo usar muito bem a sua frieza e experiência, Federer fez 6/4 no 3o set. No mais equilibrado de todos os sets, Del Potro não tremeu e venceu o 4o por 7/6. No 5o e último, um agressivo e quase infalível Del Potro não deu chances ao suíço e fechou em 6/2. Incrível! E justo! Parabéns a Juan Martin Del Potro, campeão do US Open 2009! PS: mas ele tinha que ser argentino? (rs)
Escrito por Rodros às 23h25
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Cadê o critério?
Em função do ano da França no Brasil, o São Paulo conseguiu marcar um interessante amistoso contra o Lyon. A data prevista era o próximo dia 07/10. O jogo seria transmitido por várias emissoras de TV européias, e a expectativa de público presente no estádio do Morumbi também era muito boa. Pois bem, mas eis que a CBF do Sr. Ricardo Teixeira resolveu vetar esse amistoso alegando que atrapalharia o andamento do Campeonato Brasileiro. De acordo com a tabela original, nessa mesma data o Tricolor irá receber o Coritiba. A diretoria do SPFC propôs o adiamento do jogo contra o Coxa para o dia 13/10, quando não haverá rodada do Campeonato Brasileiro. A CBF não quis aceitar. A mesma CBF que vive adiando jogos do Corinthians a pedido da Globo. A mesma CBF que bagunçou todo o 1o turno do Campeonato Brasileiro porque permitiu que o Internacional adiasse duas das suas rodadas e fosse até o Japão disputar a tal Copa Surunga. Afinal, por que essa falta de critério? Por que toda essa intolerância contra o São Paulo? E depois ainda querem dizer que o Ricardo Teixeira e os seus aliados (entre eles o Sr. Marco Polo del Nero) não guardam nenhuma mágoa com relação a diretoria do SPFC...
Escrito por Rodros às 23h22
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US Open 2009 - Semifinais
Na 1a semifinal do US Open 2009, vimos um inspirado Federer eliminar o Djokovic por 7/6, 7/5 e 7/5. Com direito a uma jogada linda, genial do suíço. A melhor jogada da sua carreira segundo ele próprio. Vejam em: http://www.youtube.com/watch?v=RJuEzJEQ9N4 Na 2a semifinal, um surpreendente Del Potro venceu o Nadal com facilidade: triplo 6/2 para o argentino, que foi crescendo durante a competição e agora vai para a final cheio de moral. Federer X Del Potro será um jogaço, não tenham dúvidas disso. Mas eu ainda aposto no suíço n.1 do ranking.
Escrito por Rodros às 23h18
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F1 - GP da Itália 2009
A tradicional rotina: no domingo, as 09hs. da manhã, o meu celular desperta. Eu acordo, ainda meio de ressaca em função da balada na noite anterior. Tomo meio litro de água (ou coca, se tiver) e ligo a TV para ver a corrida da F1. Dessa vez foi no tradicional e rápido circuito de Monza, na Itália, um dos meus preferidos. Com muito sol e sem nenhuma ameaça de chuva aconteceu a largada. Tensa, cheia de disputas, mas sem nenhum grande toque ou acidente. Hamilton manteve bem a ponta, enquanto Raikkonen utilizou bem o seu KERS e fez bela manobra, ganhando a 2a posição de Sutil. O outro finlandês, Kovalainen, largou muito mal e perdeu duas posições, para Barrichello e Button, respectivamente. Logo nas primeiras voltas era nítido que Hamilton, o mais leve do grid, tentava abrir boa vantagem para os seus concorrentes. Mas não conseguiu nada muito relevante. Na volta 15, quando entrou nos boxes para o seu 1o pit stop, ele tinha pouco mais de 6s sobre Raikkonen e Sutil, e pouco mais de 17s sobre os dois carros da Brawn, que iriam fazer apenas um pit stop. Nesse momento da corrida, ficou claro que a briga pela vitória estava aberta entre esses cinco primeiros colocados, com ligeira vantagem para a Brawn, que imprimia um bom ritmo de prova mesmo com os seus carros bem pesados. Depois, nas voltas 18 e 19, Sutil e Raikkonen foram para os seus pit stops. Barrichello e Button assumiram as primeiras posições, seguidos por Hamilton, que vinha em um bom ritmo a 12s atrás. Era a hora dos carros da Brawn tentarem abrir vantagem. E conseguiram. Na volta 29 parou Button, que estava um pouco mais leve que seu companheiro de equipe e mesmo assim ficou atrás dele no treino de classificação. Barrichello parou uma volta depois, e teve um pit 0s3 mais rápido que o do inglês. A vitória ficava cada vez mais próxima do brasileiro, que tinha um bom carro, uma ótima estratégia e vinha sendo constantemente rápido. Antes da 2a janela de pit stops, a ordem era: Hamilton, Raikkonen, Sutil, Barrichello e Button. Na volta 34, o inglês da McLaren parou, e como tinha pouco mais de 20s de vantagem sobre os dois carros da Brawn, perdeu a sua posição para ambos. Na volta 38, foi a vez de Raikkonen e Sutil pararem. Ambos tiveram problemas em seus pits, e além de voltarem atrás de Barrichello e Button, também dizimaram com as suas chances de ganharem a posição de Hamilton. A corrida então ficou nas mãos da Brawn e, principalmente, de Barrichello, que administrava com autoridade a sua vantagem de 5s para Button, que por sua vez ainda teve que suportar uma certa pressão de Hamilton nas últimas voltas. Na última volta, o atual campeão mundial da categoria fez uma grande besteira, e bateu sozinho. Entregou a última posição do pódio de bandeja para Raikkonen. Eis o resultado final do GP da Itália: 1. Rubens Barrichello – Brawn 2. Jenson Button – Brawn 3. Kimi Raikkonen – Ferrari 4. Adrian Sutil – Force India 5. Fernando Alonso – Renault 6. Heikki Kovalainen – McLaren 7. Nick Heidfeld – BMW 8. Sebastian Vettel – Red Bull 9. Giancarlo Fisichella – Ferrari 10. Kazuki Nakajima – Williams 11. Timo Glock – Toyota 12. Lewis Hamilton – McLaren 13. Sebastien Buemi – Toro Rosso 14. Jarno Trulli – Toyota 15. Romain Grosjean – Renault 16. Nico Rosberg – Williams
Abandonaram: 17. Vitantonio Liuzzi – Force India 18. Jaime Alguersuari – Toro Rosso 19. Robert Kubica – BMW 20. Mark Webber – Red Bull Belíssima corrida do brasileiro, que em termos técnicos, parece atravessar a melhor fase de sua carreira. Agora ele está a 14 pontos do líder Button, e faltam quatro provas para o final do campeonato. Ao meu ver, nunca Barrichello esteve tão próximo de conseguir um título mundial da F1. Só que ainda aposto no inglês. Também vale ressaltar outra boa corrida da Force India. Adrian Sutil conseguiu uma boa 4a posição, e sempre andou no mesmo ritmo da Ferrari de Raikkonen. Liuzzi certamente também conseguiria somar alguns pontos se o seu carro não apresentasse problemas de câmbio. Azar do italiano, que voltou muito bem a F1. E, falando em italiano, o Fisichella decepcionou com a Ferrari. Tudo bem, era a 1a corrida dele com a equipe, ele ainda está em fase de adaptação etc. Mas correndo dentro do seu país, com um bom carro e contando com o KERS, não conseguiu sequer um pontinho. É, pelo jeito não deve ser só eu que estou sentindo a falta do Massa nas corridas. A Red Bull esteve apagada. Webber abandonou, e Vettel lutou para chegar na 8a posição e conseguir somar um mísero ponto. E tudo indica que a equipe não conseguirá reagir a ponto de brigar com os carros da Brawn. Uma pena pelo alemão, que é excelente piloto. A próxima corrida será noturna, no dia 27/09, no circuito de rua de Cingapura, palco da maior vergonha da história da F1 e que somente foi desmascarada agora: o caso Nelsinho Piquet. Como será que reagirá o público que “in loco” foi feito de trouxa no ano passado?
Escrito por Rodros às 23h11
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GP2 - GP da Itália 2009 - 2a corrida
Resultado da corrida 2, realizada no domingo de madrugada, antes da corrida da F1: 1. Luiz Razia – Coloni 2. Lucas di Grassi – Racing Engineering 3. Nico Hulkenberg – ART 4. Jerome D'Ambrosio – Dams 5. Vitaly Petrov – Barwa Addax 6. Giedo Van der Garde – iSport 7. Roldan Rodriguez – Piquet Sports 8. Davide Rigon – Trident 9. Davide Valsecchi – Barwa Addax 10. Javier Villa – SuperNova 11. Alberto Valério – Piquet Sports 12. Karun Chandhok – Ocean 13. Michael Herck – DPR 14. Ricardo Teixeira – Trident 15. Pastor Maldonado – ART 16. Johnny Cecotto – DPR 17. Kamui Kobayashi – Dams
Abandonaram:
18. Luca Filippi – SuperNova 19. Andreas Zuber – Coloni 20. Alvaro Parente – Ocean 21. Edoardo Mortara – Arden 22. Sergio Perez – Arden 23. Diego Nunes – iSport 24. Dani Clos – Racing Engineering A 2a corrida da GP2 é curta (nesse caso foram apenas 21 voltas) e, por isso, normalmente não apresenta grandes emoções. E para confirmar esse contexto, essa 2a corrida, ao contrário da realizada no dia anterior, não sofreu a ameaça de chuva em nenhum momento. Luiz Razia largou na pole position, e liderou a corrida de ponta a ponta. Belo trabalho do brasileiro, que além de imprimir um bom ritmo de prova, ainda soube conter os ataques do seu compatriota Lucas di Grassi. Di Grassi, aliás, deu uma aula de como largar. Saiu do 6o lugar no grid para o 2o já na 1a curva. E por pouco não termina a corrida com uma vitória. Juro que não sei o que mais esse piloto tem que fazer para conseguir uma vaga na F1. Acho que nem ele sabe. O título que estava sendo disputado entre Hulkenberg e Petrov foi decidido de forma antecipada a favor do alemão. Isso porque, na briga pela 3a posição, o russo até conseguiu a ultrapassagem que lhe fazia continuar com chances matemáticas de título, mas depois não resistiu a pressão e cometeu um erro que lhe fez perder duas posições. Parabéns ao alemão, que mostrou ser bom piloto e deverá ocupar um cockpit da Williams no ano que vem. E parabéns também a equipe ART, que mais uma vez levou um piloto seu a um título de campeonato, assim como aconteceu em 2005, com Nico Rosberg, e em 2006, com Lewis Hamilton. Diego Nunes foi prejudicado e sofreu um acidente com Dani Clos logo na 1a volta. Se fosse o brasileiro o culpado, com certeza haveria alguma punição, mas como se trata de um espanhol, não irá acontecer nada. Alberto Valério, ao contrário da 1a corrida, foi muito bem e terminou em 11o após largar da última posição. Com o título decidido, agora a briga é pelo vice campeonato e envolve Petrov, com 68 pontos, e di Grassi, com 57. Falta apenas uma rodada dupla de corridas, a ser realizada no circuito de Estoril, em Portugal. Está difícil para o brasileiro, mas eu confio nele.
Escrito por Rodros às 23h07
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Notas - São Paulo X Avaí
Rogério Ceni – apesar de ter cometido uma grande falha no 2o tempo que quase resultou no gol de empate do Avaí, esteve muito bem nas saídas e reposições de bola. Não teve que fazer nenhuma defesa difícil. Nota 7; Renato Silva – muito mal no 1o tempo, lento e com constantes falhas de marcação. Melhorou no 2o, mas ainda não passa segurança para boa parte da torcida. Nota 5; Rodrigo – mesmo jogando “improvisado” na sobra da zaga, foi muito bem. Jogou simples, esteve sempre seguro e fez importantes desarmes. Nota 9; Miranda – foi simplesmente perfeito no jogo. É o melhor zagueiro em atividade no Brasil, sem dúvida alguma. Nota 10; Jean – foi muito bem na marcação e quase não errou passes. Ficou devendo na parte ofensiva. Nota 7; Arouca – mesmo jogando como 1o volante, ficou devendo. Cometeu alguns erros de marcação no 1o tempo, e novamente foi muito burocrático com a bola no pé durante o jogo todo. Nota 3; Jorge Wagner – muito discreto no 1o tempo, mas cresceu bastante de produção no 2o. Se movimentou mais e auxiliou mais na marcação e na armação das jogadas. Nota 7; Marlos – ao inverso do time, foi melhor no 1o tempo, quando arriscou mais dribles e procurou mais o jogo. Pecou na marcação no campo de ataque adversário. Participou do 1o gol Tricolor. Nota 7; Júnior César – no 1º tempo, foi bem na defesa e praticamente nulo no ataque. Na 2a etapa, melhorou e participou dos dois gols do SPFC. Nota 8; Dagoberto – como sempre se movimentou bastante e buscou o jogo sempre que possível. No 1o tempo esteve meio isolado no ataque, mas corrigiu esse defeito no 2o e passou a oferecer constante perigo para a zaga do Avaí. Fez um gol e participou do outro. Nota 9; Borges – apesar de ter feito bons trabalhos de pivô, esteve isolado no ataque e não soube mudar essa situação, a exemplo de Dagoberto. No 2o tempo, fez o gol que foi mal anulado e mais nada. Nota 5; Hugo – entrou e mal pegou na bola. Mas fez o gol que definiu o jogo. Nota 7; Washington – entrou e mal pegou na bola também. Mas pelo menos correu bastante e participou do 2o gol Tricolor. Nota 6; Zé Luís – entrou e jogou pouco mais de 5min. Sem nota; Ricardo Gomes – escalou bem o time, com jogadores de características mais ofensivas. No intervalo consertou os erros táticos do time e fez os jogadores entrarem com uma postura mais aguerrida em campo. E depois, ao fazer as substituições que nem eram tão necessárias, mostrou mais uma vez ter muita estrela. Nota 9.
Escrito por Rodros às 23h03
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Perigo real e imediato... para os adversários!
No sábado a tarde ocorreu o jogo São Paulo X Avaí, valendo pela 24a rodada do Campeonato Brasileiro. Um bom público (quase 30 mil pessoas) compareceu ao estádio do Morumbi. Antes do início da partida houve uma pequena homenagem da diretoria do SPFC ao Silas, atual técnico do Avaí que brilhou no time paulista no final dos anos 80. Achei legal essa iniciativa. Os craques do passado devem sempre ser bem lembrados. O São Paulo entrou em campo com uma formação mais ofensiva. Sem Hernanes, machucado, e Richarlyson, suspenso, o técnico Ricardo Gomes optou por formar o meio de campo com Jorge Wagner mais recuado e Marlos fazendo o papel de meia ofensivo. André Dias, que também estava suspenso, foi bem substituído por Rodrigo. E Borges tanto “chorou” que ganhou a vaga de Washington no time titular. Eu gostei bastante dessa escalação. O São Paulo começou o jogo tomando as principais iniciativas de ataque. O problema é que o time insistia demais nas bolas aéreas, justamente um tipo de jogo que não vinha sendo muito utilizado desde a saída do Muricy. Após os 15min iniciais, o time catarinense se ajeitou em campo e equilibrou a partida. Chegou a oferecer perigo na 2a metade do 1o tempo, e inclusive teve um gol milimetricamente mal anulado pela arbitragem. O placar no intervalo apontava um 0X0 que não refletia o jogo corrido e com algumas boas oportunidades de gol criadas tanto pelo São Paulo quanto pelo Avaí. O Tricolor voltou para o 2o tempo com a mesma escalação, porém com uma outra postura. O time efetuou uma verdadeira blitz logo no início da etapa complementar, e conseguiu o resultado esperado. Logo aos 40 segundos, Júnior César avançou pela lateral esquerda e cruzou para a área. A zaga catarinense afastou mal e a bola sobrou para Marlos, na direita da grande área, que tocou mais a frente para Dagoberto virar e chutar da boca da pequena área, frente a frente com o goleiro. 1X0 para o São Paulo. Mesmo após o gol, o time da casa não diminuiu o ritmo e continuou pressionando. Criou mais algumas chances, e ainda teve um gol de Borges mal anulado pelo bandeirinha. Então o bom técnico Silas resolveu mexer no time, que aos poucos foi equilibrando as forças, a exemplo do ocorrido na 1a etapa. Quando o Avaí era melhor no jogo e ameaçava empatar, foi a vez de Ricardo Gomes mostrar novamente que tem estrela. Tirou Borges e Marlos para as entradas de Washington e Hugo. O time passou a jogar de forma diferente, prendendo mais a bola no campo de ataque. E, aos 39min, veio o golpe final. Júnior César, da defesa, lançou Washington na entrada da grande área. O atacante desviou de cabeça a bola para Dagoberto na direita, que por sua vez fez um cruzamento perfeito para Hugo, que mal tinha pegado na bola, cabecear e fazer 2X0. Grande festa da torcida sãopaulina nas arquibancadas! Final de jogo, São Paulo 2X0 Avaí. Apesar do time visitante ter dado trabalho, dessa vez a vitória foi muito justa. O volume de jogo apresentado pelo time da casa foi muito bom, principalmente no 2o tempo. O São Paulo chegou a 43 pontos, igualou o número de pontos do Inter e ficou a somente um do líder do Palmeiras. O sonho do heptacampeonato parece estar cada vez mais próximo da realidade. Será? Eu continuo achando que não vai dar, apesar de estar torcendo bastante.
Escrito por Rodros às 22h57
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GP2 - GP da Itália 2009 - 1a corrida
Resultado da corrida 1, realizada no sábado de manhã, pouco depois do treino da F1: 1. Giedo Van der Garde – iSport 2. Vitaly Petrov – Barwa Addax 3. Lucas di Grassi – Racing Engineering 4. Jerome D'Ambrosio – Dams 5. Edoardo Mortara – Arden 6. Nico Hulkenberg – ART 7. Alvaro Parente – Ocean 8. Javier Villa – SuperNova 9. Luiz Razia – FMS 10. Davide Rigon – Trident 11. Diego Nunes – iSport 12. Andreas Zuber – FMS 13. Roldan Rodriguez – Piquet Sports 14. Davide Valsecchi – Barwa Addax 15. Dani Clos – Racing Engineering 16. Ricardo Teixeira – Trident 17. Kamui Kobayashi – Dams 18. Johnny Cecotto Jr. – DPR 19. Karun Chandhok – Ocean 20. Michael Herck – DPR Abandonaram: 21. Luca Filippi – SuperNova 22. Sergio Perez – Arden 23. Pastor Maldonado – ART 24. Alberto Valério – Piquet Sports Surpreendentemente o tempo fechou lá na Itália logo após o treino da F1. Começou a chover torrencialmente, e por isso a 1a corrida da GP2 teve a sua largada atrasada em 40min. Depois, quando a chuva deu uma acalmada, os organizadores resolveram iniciar a corrida com o safety car na pista. Foram só cinco voltas, e então ficou por conta dos pilotos. Essa safra de 2009 da GP2 conta sim com pilotos muito arrojados, que querem mostrar serviço aos seus patrocinadores e, principalmente, as equipes da F1. Mas o problema é que muitos deles ainda são muito inexperientes, e alguns são ruins mesmo. Junte tudo isso a um grid muito equilibrado em que a maioria dos carros é capaz de andar dentro do mesmo segundo, a um circuito muito veloz que raramente deixa impune qualquer erro, e também a chuva e a pista molhada que dificultaram as condições de pilotagem. E pronto. O resultado é meio óbvio: uma corrida cheia de erros, punições, acidentes e ultrapassagens. Uma corrida muito boa, essa é a grande verdade. Van der Garde tomou a 1a posição do pole Petrov somente no final da corrida, apesar de acompanhá-lo de perto durante todo o tempo. E foi através da parada nos boxes. O holandês levou vantagem por parar uma volta antes do russo, e colocar pneus intermediários, que eram a melhor opção naquele momento visto que a chuva já tinha parado e a pista estava parcialmente seca. O brasileiro Lucas di Grassi, que é disparado o melhor piloto da categoria, deu show mais uma vez. Fez uma corrida muito agressiva e praticamente sem erros, e saiu da 15a colocação no grid de largada (sofreu mais uma daquelas estranhas punições em função de um acidente com Chandhok na última corrida) para terminar em 3o, no pódio. O alemão Hulkenberg, líder do campeonato, chegou a estar em 3o. Mas errou uma chincane e acabou por perder posições. Mesmo assim terminou em 6o e pontuou, fato que lhe deixou ainda mais próximo do título da categoria. Sobre os demais brasileiros, Diego Nunes ocupou a 4a colocação até a volta 12, quando foi ultrapassado por di Grassi. Depois disso, o seu carro foi perdendo rendimento e ele terminou em uma modesta 11a posição. Luiz Razia fez bela corrida, largou em 17o e terminou em 9o. Para melhorar, o português Álvaro Parente foi punido por excesso de velocidade nos boxes, e ele herdou a 8a posição, que além de lhe garantir um ponto, também lhe deu o direito de largar na pole da corrida de domingo. Alberto Valério foi muito mal, e escapou na parabólica na 1a volta, quando o safety car ainda estava na pista.
Escrito por Rodros às 22h50
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Atrasado
Pessoal, foi mal! Tinha uma cacetada de textos para publicar aqui no blog, mas não consegui em função da tradicional correria daqui do meu trampo. Enfim, vou publicar de qualquer forma. Antes tarde do que nunca, certo? Então, aí vão eles...
Escrito por Rodros às 22h47
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